Mostrar mensagens com a etiqueta Fotografias sem (con)texto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fotografias sem (con)texto. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Bocadinhos de texto: "Traduzir-se"
~"TRADUZIR-SE"
de Ferreira Gullar
de Ferreira Gullar
~
Uma parte de mim é todo mundo
Outra parte é ninguém
Fundo sem fundo
Uma parte de mim é multidão
Outra parte estranheza e solidão
Uma parte de mim, pesa, pondera
Outra parte, delira
Uma parte de mim almoça e janta
Outra parte se espanta
Uma parte de mim é permanente
Outra parte se sabe de repente
Uma parte de mim é só vertigem
Outra parte, linguagem
Traduzir uma parte na outra parte
Que é uma questão de vida ou morte
Será arte?
Outra parte é ninguém
Fundo sem fundo
Uma parte de mim é multidão
Outra parte estranheza e solidão
Uma parte de mim, pesa, pondera
Outra parte, delira
Uma parte de mim almoça e janta
Outra parte se espanta
Uma parte de mim é permanente
Outra parte se sabe de repente
Uma parte de mim é só vertigem
Outra parte, linguagem
Traduzir uma parte na outra parte
Que é uma questão de vida ou morte
Será arte?
~
Etiquetas:
Artes,
Bocadinhos de texto,
Fotografias sem (con)texto
sábado, 23 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Fotografia sem (con)texto
de outros espaços, que fazem parte de quem sou,
dentro ou fora da China.
Etiquetas:
Fotografias sem (con)texto
sábado, 25 de abril de 2009
Bocadinhos de texto: porque me olhas assim
~
Porque me olhas assim
~
~
"Porque me olhas assim"
Letra e Música: Fausto Bordalo Dias
Letra e Música: Fausto Bordalo Dias
~
Porque Me Olhas Assim - Cristina Branco
diz-me agora o teu nome
se já dissemos que sim
pelo olhar que demora
porque me olhas assim
porque me rondas assim
toda a luz da avenida
se desdobra em paixão
magias de druida
p’lo teu toque de mão
soam ventos amenos
p’los mares morenos
do meu coração
espelhando as vitrinas
da cidade sem fim
tu surgiste divina
porque me abeiras assim
porque me tocas assim
e trocámos pendentes
velhas palavras tontas
com sotaques diferentes
nossa prosa está pronta
dobrando esquinas e gretas
p’lo caminho das letras
que tudo o resto não conta
e lá fomos audazes
por passeios tardios
vadiando o asfalto
cruzando outras pontes
de mares que são rios
e num bar fora de horas
se eu chorar perdoa
ó meu bem é que eu canto
por dentro sonhando
que estou em Lisboa
dizes-me então que sou teu
que tu és toda p’ra mim
que me pões no apogeu
porque me abraças assim
porque me beijas assim
por esta noite adiante
se tu me pedes enfim
num céu de anúncios brilhantes
vamos casar em Berlim
à luz vã dos faróis
são de seda os lençóis
porque me amas assim
~
~
A propósito da vinda de Cristina Branco a Macau, lembrei-me que ela canta sempre poemas lindíssimos. Fica este exemplo.
Etiquetas:
Artes,
Bocadinhos de texto,
Fotografias sem (con)texto,
Música
Subscrever:
Mensagens (Atom)









